Nascido Alex Velzy em Columbus, Ohio, em 1953, e atualmente residente em NY, Alex Grey iniciou sua carreira pintando temas como a morte e transcendência com uma perspectiva sombria, vivendo em confronto com as dualidades morais. Grey chegou a ostentar um corte de cabelo comprido, mas raspando metade da cabeça, para representar esta dualidade. Em 1975 ele experimentou LSD em uma festa, onde conheceu a mulher que se tornaria sua esposa até hoje, e teve visões de um tunel que mudava dinamicamente de preto para branco, passando por tons de cinza. Esta visão trouxe as respostas para seus dilemas, e por isso ele adotou seu sobrenome artístico atual (Grey = cinza).
Alex Grey tem surpreendido o mundo de maneira impactante com a profundidade e beleza de sua obra, que mostra de maneira inigualável o poder de transformação da consciência através de práticas milenares de meditação e o uso substâncias psicodélicas.
Em especial, o artista ganhou muita atenção após abrir em Manhattan, sua “Capela dos Espelhos Sagrados” (COSM), onde expõe pinturas gigantescas e sublimes (que o fazem de certa forma uma espécie de Michelangelo contemporâneo), que procuram ilustrar a evolução do corpo material (com os mínimos detalhes biológicos) para a grandiosidade do corpo sutil, representado por chackras, kundalini e outras energias vitais. Retrata também de maneira marcante a relação entre seres humanos em momentos épicos, como o beijo, sexo, a gravidez e o parto.
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